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domingo, 24 de setembro de 2017

Lá no fim do mundo onde todos os sóis vão descansar é onde eu te encontro,
No tempo de olhar o infinito, do horizonte onde pomos a rede,
Num sossego de louvar os peixes que falam e as aves que conversam,
Ou sentados sobre a pedra da preguiça a dialogar com o mar,
Os olhos que se espreguiçam, o corpo que nada teme, a alma de velejar ventos, sem argumentos precisos,
Lá na linha do fim do mundo, onde as saudades se perdem, onde o amor amadurece a voltear pelos céus,
Pássaro que conhece todos os caminhos, que tece carinhos de fabricar ninhos, onde a vida plana
De soprar o teu nome bordado no meu dedo mindinho,
Lá onde nada precisa acontecer, tudo é nosso
Lá onde Deus assentou morada e nos somos vizinhos


Charles Burck 
George Jennings

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